sexta-feira, dezembro 8

com o Chico arrumado e sem graça (como dói sofrer os heróis da infância, concertozinho politicamente correcto, a vender o último album que não sendo mau não tem cabrochas nem teresinhas nem sambas de faca e alguidar e que portanto foge do meu imaginário do carro apinhado rumo a um Porto Covo que já não existe - que também me dói a sinalização que aponta para a aldeia da minhas férias e que já lá não vai dar), com Budapeste e as suas termas ao ar livre à noite e ao frio (deliciosas) e os seus mil cafés com dimming light (porque é que este conceito não pega por cá? porque é que temos de levar com rfm´s aos gritos a tentarem calar a sportv e os neons da coka cola e pais-natal chineses a dar aos braços, provavelmente a tentarem fugir dali, em todos os cafés?) e o seu sol posto às três e meia por trás da botas do Lenine já no album de fotografias e, principalmente com o frio e a chuva a entrarem pela clarabóia, as orelhas dos gatos sempre geladas, os meus pés nem se fala, dou como aberta a época invernal!

1 comentário:

Mary Lamb disse...

E agora, to something completly diferent:
Porque é que há dois meses que não se escreve? Nem o tremor de terra te incentiva?
Beijos