Temeste que eu fosse âncora quando tu querias ser livre de tudo
Não reparaste que a minha força não era gravítica, não prendia o barco em nenhum cais.
Era vento, eu, que empurrava para onde virasses as velas, caso te tivesses lembrado de as içar.
Soprei e perdi o fôlego e o teu barco não passou do ondular da espuma.
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