Doem-me os caminhos fáceis. o trabalhar-cansar, televisão-dormir. acordar.Há gente que vivia comigo e que hoje sobrevive. se arrasta sobre a crise o casamento o frio ou o calor as avarias do carros as dores das costas.
Quando morrerem com 96 anos, calmamente durante o sono (se não se engasgarem no tédio até aí, o que é provavel que essa gente é dura) espero que alguém lhes escreva como epitáfio:
Sr Fulaninho de Tal
sobreviveu-se a si próprio a maior parte da sua vida!
2 comentários:
será difícil imaginar quem não tenha já sentido a inutilidade dos dias...
e depois,...abrem-se e fecham-se os olhos, e nasce outra vez a manhã.
faz-me o favor de ser feliz. muito feliz.
pssssssssstt
então?...
não se escreve?
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