quando era míuda, quase ontem pelas minhas contas, o meu pai reclamava quando eu falava pelos cotovelos e tornozelos e outras articulações longínquas que tais e dizia - quando não tiveres nada para dizer e quiseres falar, diz pois!
pois parece que nunca aprendi e continuo a falar até pelas falanges e, às vezes, pelas pontas dos pés e quem me dera só dizer pois.
muitos pois em itálico quando (quando é aquela palavra que eu não sei teclar porque (para não dizer pois) sai-me sempre qunado, sabe-se lá porquê) são segredos ou ou em BOLD quando é grito mas esquece-se-me...
e o pior de tudo é que quando eu devia estar a dizer (ou a escrever) pois há sempre alguém à escuta. daí a mudança de morada. daí este silêncio engasgado (é que há por aqui umas histórias muito pouco interessantes, dignas de um grandessíssimo pois de acordo com o sábio meu pai) que vai ter de durar até que umas férias (por falar do assunto e só porque isto é coisa muito invulgar -O SUBSÍDIO DE FÉRIAS JÁ CÁ CANTA e nem sei o que se faz com este dinheiro todo (não liguem, não é dinheiro nenhum de jeito, não dá para férias de sonho nem pouco mais ou menos, mas a malta é pobre e todos os ouros a mais são uma loucura) dizia eu, até que umas férias ajudem a limpar esta alma faladora e confusa.
e, mais uma vez, tenho dito ;)
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