
e esta obrigação de ser feliz que dá o sabor acre-derrota à vida, como secura, como se cura?
se soubesse cantar, chorava um chorinho à Chico, entrava no carro apertado rumo a Porto Covo na era pré-Rui Veloso, os 5 no carro e a cassete velhinha riscada pelas nossas vozes em coro a saltar exactamente quando elas se encontravam na mesma rua, olhando-se com a mesma dor e esta tensão nos ombros, coluna abaixo, nas plantas dos pés evaporavam-se na infinita felicidade de ter 5 anos
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