Se não podes amputar as nódoas negras, as carnes pisadas, as dores de alma que trazes em ti, se não podes cortar o pé que não é convidado para dançar, a mão que serve só ao gato, se tens de esperar que o tempo cure os podres todos, um por um - e há sempre a boa notícia de que o corpo se regenera, célula a célula a cada 7 anos - podes ao menos podar as sardinheiras da varanda.
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